sábado , 16 dezembro 2017 - 11:55
INICIO » Automoveis » Tesla perde $8.000 Dólares por minuto, empresa vai falir, segundo presidente da GM

Tesla perde $8.000 Dólares por minuto, empresa vai falir, segundo presidente da GM

Financeiramente falando, a Tesla passa por momentos muito complicados nos últimos tempos. Nos passados 12 meses, estima-se que a Tesla esteja a perder dinheiro ao ritmo de $8.000 Dólares por minuto, ou seja, $480.000 Dólares por hora.

Os dados não são nossos, mas sim da Bloomberg, que acaba por mostrar que a este ritmo, a Tesla estará sem dinheiro no dia 6 de Agosto do próximo ano.

A Tesla apresentar agora dois novos modelos, mas ainda não ter conseguido chegar aos valores de produção necessários para entregar a tempo e horas todos os Model 3 que estão encomendados. Mas até agora, ninguém questionou ou pôs em causa a marca.

Segundo Bob Lutz, conhecido como “o senhor automóvel”, entre outros motivos, porque já fez de tudo na indústria dos veículos de transporte.

Bob Lutz nasceu suíço, mas passou rapidamente a americano, o que não o impediu de ocupar diversos lugares em cargos de direcção e desenvolvimento na BMW e na GM Europa, antes de rumar à Ford, Chrysler e GM nos EUA, onde terminou a sua carreira como vice-chairman.

Hoje com 85 anos, sempre que pode ou alguém lhe coloca um microfone à frente, critica tudo o que o fabricante americano de carros eléctricos faz. Mesmo se todos os outros construtores, especialmente os europeus e alguns japoneses, fazem o mesmo, ou seja, apostam nos veículos eléctricos e em fábricas de baterias, mas ainda em maior escala. Veja aqui as últimas declarações de Lutz na CNBC.

O mesmo Bob Lutz, que na GM foi um dos impulsionadores do Chevrolet Volt (que conhecemos na Europa como Opel Ampera, o veículo eléctrico alimentado por baterias, que por sua vez poderiam ser recarregadas por um motor/gerador a gasolina), manifestou o seu respeito pela Tesla quando esta estava a iniciar a actividade. Sendo de recordar que o Volt apenas foi construído porque o governo americano pagou a conta, fruto de incentivos aos três grandes construtores, para que produzissem veículos eléctricos com extensores de autonomia.