sexta-feira , 15 dezembro 2017 - 03:16
INICIO » Economia » Dívida no Cartão de Crédito: vejas importantes dicas antes de renegociar um acordo

Dívida no Cartão de Crédito: vejas importantes dicas antes de renegociar um acordo

Dívidas no cartão de crédito é o campeão de reclamações e maior fonte de dor de cabeça junto ao consumidor, quem não gosta de receber um crédito, mas se torna um pesadelo quando o pagamento em  começa a fugir do controle, veja abaixo as melhores dicas de renegociação junto as credoras de cartão.

Se você já fez o estrago, extrapolou os limites, apelou para o rotativo e, quando se deu conta, já não tinha condições de bancar a dívida, atenção. Essa é a hora de sentar, pesquisar e reunir ferramentas antes de renegociar com o banco.

O ideal a ser buscado aqui é nunca deixar essas taxas de juros incidirem sobre sua dívida, pagando o cartão sempre em dia. Mas, e se por algum deslize você deixou a dívida do seu cartão crescer e já começa a ter aquela sensação de que seu cartão se tornou uma bola de neve nas suas despesas? O que fazer?

Entenda o que levou à dívida

A primeira dica é entender o que levou você a essa situação. “É muito comum as pessoas colocarem a culpa no cartão de crédito, esquecendo que quem apertou a senha várias vezes foram elas mesmas”, diz Vignoli. É importante entender como a dívida foi construída do total, o que foi gasto em compras, o que deve ser pago em juros, quais tarifas extras incidiram na dívida. É um aliado a mais na hora de negociar. Se a instituição para a qual está devendo dificultar o acesso a essa informação, a dica da Serasa é procurar diretamente pelo Banco Central.

Fique atento a práticas abusivas

O Serasa indica algumas práticas que bancos/financeiras podem usar na renegociação e que você não é obrigado a aceitar. A primeira delas, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, é exigir a compra de um seguro para obter ou renegociar um crédito. Outra é não aceitar um débito em conta corrente que ultrapasse 30% do valor que você recebe por mês. No caso do empréstimo consignado, 35%. Ou seja: se você ganha R$ 1 mil líquidos, o valor total do débito não pode ultrapassar R$ 300 ou R$ 350 (consignado).

Não se conforme em saber apenas o valor da parcela

A dica é saber exatamente qual a taxa de juros e o valor total que você irá pagar ao receber a oferta da renegociação de sua dívida. É importante conhecer esse valor para organizar suas finanças, recomenda o Serasa.

Não aceite uma dívida maior do que pode pagar

Um erro comum de quem renegocia a dívida é assumir um compromisso que não pode cumprir e, consequentemente, ficar sujeito a um pagamento que não cabe em seu orçamento. Isso tanto em termos de valor ou número de prestações. É fazer, na prática, uma dívida sem pagar a outra. Se nenhuma das opções oferecidas pelo banco/financeira se ajustam às condições que você pode pagar, a dica é procurar a ajuda de um órgão independente, como o Procon.

No fim das contas, o importante é ter um planejamento financeiro que permita a quitação dos débitos e a restauração da saúde financeira pessoal.

Com informações da Revista Época

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *